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domingo, 12 de abril de 2015

MOMENTO LITERATURA IV


Os Miseráveis

Os miseráveis é uma obra de Victor Hugo um dos grandes nomes do romantismo francês de sua época. Autor de vários poemas e romances lidos até os dias atuais, podemos citar obras como O Corcunda de Notre Dame e Os trabalhadores do mar. Nas páginas de suas narrativas há um retrato real das condições humanas em todos os níveis sociais e seus personagens possuem autonomia na denuncia das misérias, injustiças e na falta de amor ao próximo. Retrato que podemos apreciar na obra lançada em 1862 que capta os fatos da França no século XIX.
Na narrativa ficcional que se confunde com a realidade na obra de “Os miseráveis” imaginamos as condições da França antes da Revolução Industrial com cenários impregnados de misérias, traições, injustiça e desigualdades sociais que através de atos de solidariedades tornam-se apreciáveis, pois o ser humano não é composto apenas de maldade egoísmo.

O romance francês de Victor Hugo narra à história de Jean Valjean um homem muito pobre que após passar quase vinte anos na prisão condenado a trabalhos braçais por roubar por fome. Ao sair da cadeia é ajudado involuntariamente pelo bispo Myriel que após ser roubado diante dos guardas omite os fatos da curta passagem de Valjean em sua casa e o presenteia com dois castiçais de prata.  Proporcionando ao nosso querido galé (condenado) um resgate de sua alma através de uma promessa de regeneração.
Jean Valjean é nomeado prefeito da uma pequena cidade chamada Montreuil-sur-Mer e dono fabrica o consegue emprego sobre um pseudônimo assumido em sua nova vida. Admirado e respeitado cidadãos da cidade onde é prefeito vê sua vida ganhar uma reviravolta atrás do um homem chamado Javert um fantasma do passado. Javert foi um dos guardas da prisão onde Valjean esteve preso e que retorna a história como oficial de justiça, transformando sua vida em um inferno.

Nas tentativas omitir sua verdadeira identidade Valjean conhece Fantine uma ex-funcionária da fabrica que teve sua destruída após ser demitida acusada por conceber uma criança antes do casamento. Tendo compaixão da pobre moça desiludida pelas reviravoltas da vida promete buscar sua filha chamada Cosette que está aos cuidados de uma família cruel.
Descoberta sua verdadeira identidade Valjean foge e deixa a fabrica como presente a todos seus funcionários. Antes de sumir por dez anos resgata Cosette do cativeiro domiciliar rumo a Paris. Cosette é criada como filha é presenteada com um lar e educação no convento e também esconderijo do galé então jardineiro.

O enredo desta narrativa chega ao fim quando Cosette apaixona-se por um jovem estudante chamado Marius Pontmercy. Neste ponto da história as ruas de Paris vivenciam os sonhos de operários e estudantes pela idealizada república em contraposição ao reinado vigente na época. Como prova de amor a sua filha adotiva Jean Valjen infiltra-se na luta entre os guardas reais e revoltosos, sendo perseguido por Jarvet na missão de salvar o jovem estudante e amado de Cosette. Todos os esforços do galé foram recompensados ao fim da trama. Vale a pena ler e ver os filmes baseados na obra do romantista Victor Hugo. 











domingo, 5 de abril de 2015

MOMENTO LITERATURA III













HAGIOGRAFIA
DE SÃO SEBASTIÃO



            São Sebastião foi soldado romano e cristão que foi martirizado por ser condenado por duas vezes por pela sua perseverança e defesa na fé Cristã. É conhecido como santo que foi mártir por duas vezes. Ele nasceu na cidade de Milão, na Itália, de acordo como os relatos de Santo Ambrósio por volta do século III depois de Cristo, momento de severas e violentas perseguições contra os cristãos no Império Romano.  

             A fé cristã é fruto das pregações, vida e obra do judeu denominado Cristo condenado à morte de cruz por sua imensa compaixão, amor ao próximo e por suas pregações contrarias aos interesses da classe dominado judaica da época. Após sua morte e de acordo com relatos bíblicos ressuscitou ao terceiro dia e convocando seus discípulos a darem continuidade a sua obra. Seus discípulos por meio de relatos que mais tarde ficaram conhecidos como evangelhos da vida de Jesus o Cristo propagaram e expandiram os a fé em seu mestre. O Cristianismo foi durante muitos anos considerado ramificação da crença judaica, devido a este fato os cristãos com ficaram conhecidos os devotos a fé em Cristo foram considerados agentes da desordem social, politica, religiosa e militar da época sobre o controle do Império Romano.
     
     O mártir São Sebastião teve sua vida marca pela fé cristã através de sua constante busca pela libertação dos seguidores de Cristo. Conta à lenda que o soldado do Império Romano vem de família cristã na tentativa de defender e salvar seus irmãos em fé alistou-se no exército. Como militar o cristão obteve êxito chegando a ser comandante da Guarda Imperial do imperador Diocleciano. Além de ser braço direito do Imperador e do Papa Caio que o nomearam como título de “defensor da Igreja”.
     
       Através de sua influência como militar adentrava nas prisões romanas para confortar seus irmãos em fé e muitas momentos libertou muitos deles do fardo da morte. Atuando em sigilo conseguiu converter muitos para sua ideologia religiosa, sua influência nos cidadãos romanos grandiosa ao ponto ser nomeado prefeito da cidade de Roma.   
     
    Através de denuncias foi levado à presença do Imperador que buscou persuadi-lo de seus atos com devoto cristão em nome dos deuses romanos não tendo êxito o condenou a morte. Primeira condenação do soldado cristão envolve um cenário aonde amarrado em um tronco e fechado por oficiais romanos. Dado como morto foi esquecido no tronco e encontrado por uma irmã cristã chamada de Irene ainda vivo apesar de gravemente ferido que o levou para sua casa para cuidar.



          Recuperado dos ferimentos o soldado cristão foi ao encontro do Imperador acusa-lo de atos de injustiça e perseguição aos cristãos. Irredutível a sua fé foi condenado novamente pelo Imperador à morte desta vez através de pauladas e boladas de chumbo. Sendo, pois duas vezes mártir da Igreja.

      Na data de 20 de janeiro de 288 depois de Cristo é o aniversário de sua morte e também a dia de festejo nas comunidades cristãs de cunho católico em sua homenagem. De acordo com os relatos foi São Sebastião foi enterrado nas catacumbas em Roma, espaço que por muito tempo foi refúgios dos cristãos perseguidos. Neste espaço ao fim das perseguições  deu origem a Igreja de São Sebastião. Por sua perseverança é considerado como santo importantíssimo na fé cristã católica sendo homenageado com vários templos, festas, novenas, nomes de cidades, bairros, praças e ruas.  



Textos bases

sábado, 4 de abril de 2015

MOMENTO LITERATURA II







HAGIOGRAFIAS

         A hagiografia é um termo que designa a escrita de biografias de santos, possui raízes gregas (hagios/ santo e grafia/escrita). Desde o século XVII foi utilizado para retratar o momento de estudos sistemáticos e críticos sobre a história de vida, conversão e milagres dos santos. O escritores deste gênero literário são chamados de hagiógrafos.
       Os textos das hagiografias possuem natureza nos martirológios, necrológios, legendários, revelações, paixões, calendários, relatos de milagres, inícios de processos de canonização. As temáticas das hagiografias centralizam-se nos relatos das vidas dos santos que servem de exemplos de conversão e de dedicação à vida religiosa. Os personagens centrais variam entre pessoas comuns da sociedade (virgens, pregador, pescador), pessoas do clero (papa, bispos, padres, monges, freiras e padres) e pessoas da nobreza (reis, príncipes e princesas).
          Na ramificação do Cristianismo de cunho Católico os relatos contidos nas hagiografias são parte integrante da História da Igreja, no entanto, em nível inferior as narrativas sagradas contidas na versão oficial da bíblia reconhecida pela cúpula da Igreja. Foi na Idade Média que as hagiografias ganharam status, pois além de bons exemplos de conversão, eram utilizadas como forma de catequese e doutrinação nas Igrejas, dentro e fora dos templos.
         As hagiografias não são textos canônicos ou teológicos estando presentes atualmente em momentos de grandes festejos nas Igrejas Católicas, uma vez que os templos religiosos são dedicados em memória aos santos. As datas para as homenagens variam entres a data de morte ou aniversario de nascimentos destes santos e mártires da Igreja.
           Dentre as mais conhecidas hagiografias podemos citar a de São Francisco, Santa Ana, São Judas, São Sebastião, São José, Santa Luzia, Santa Clara dentre outros que se tornaram figuras importantíssimas para os fieis católicos como exemplos de amor e conversão. As homenagens as estes mártires e santos estende-se em templos religiosos, nomes de estados, cidades, municípios, avenidas, ruas e praças. Além de homenagens prestadas pelos fies com as profissões, novenas, festas e no batismo de crianças com seus nomes.




 Textos bases

http://lerliteratura.blogspot.com.br/2012/08/hagiografias.html